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Produtos Regionais



No que respeita às referências gastronómicas, todo o nosso Concelho não se pode dissociar do facto de estar inserido em zona circundante da riquíssima Serra da Estrela. Assim, os sabores mais marcantes desta cozinha derivam dos pratos confecionados a partir dos produtos mais típicos desta região.
O forno a lenha é ainda frequentemente utilizado, e é responsável pelo genuíno sabor de alguma da nossa gastronomia.

Pratos Regionais:


• Cabrito assado;

• Javali Estufado;

• Torresmos da Beira;

• Feijoada Beirã;

• Arroz de míscaros;

• Papas Laberça;

• Peixes do Rio;

• Trutas á moda de Manteigas;

Produtos Regionais


Enchidos:


• Chouriça de carne;

• Chouriças de Bofe;

• Morcela;

• Farinheira;

• Paiola Tradicional;

• Paio Tradicional.

Queijo da Serra:


• Queijo de Cabra;

• Queijo de Ovelha;

• Queijo Curado (Cabra ou Ovelha);

• Queijo Amanteigado (Cabra ou Ovelha);

• Queijo Mistura (Cabra e Ovelha);

Presunto;


Broa de milho;


Pão do Sabugueiro;


Castanha;


Vinhos do Dão;


Licores:


• Licor Serrano;

• Ginja Serra da Estrela;

• Aguardente de Zimbro;

• Jeropiga;

Azeite Regional;


Artesanato:


• Pantufas Serra da Estrela;

• Produtos 100% Lã (BUREL)

Doçaria Regional:


• Arroz doce;

• Carolos (Papas de Milho);

• Filhoses;

• Requeijão;

• Doce de abóbora;

• Requeijão com Doce de Abóbora;

• Marmelada;

• Mel (Variados);

• Compotas (Variadas).


São autênticos e genuínos estes “cartões-de-visita”, que convidam para momentos de prazer inesquecíveis e memoráveis.
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Região da Serra da Estrela



A Serra da Estrela é a mais alta montanha de Portugal Continental, apresentando-se como o culminar da cordilheira Central em território português, separando o norte e o sul do país, quer em termos biofísicos, quer em termos de ocupação humana. A Serra destaca-se facilmente das terras baixas que a rodeiam pelo vigor do seu relevo. Este maciço apresenta-se como um planalto extenso cortado por vales profundos, onde o último período glaciário deixou fortes marcas.

Esta região é composta por 16 concelhos (Almeida; Belmonte, Covilhã, Celorico, Guarda, Gouveia, Figueira Castelo de Rodrigo, Fornos de Algodres, Fundão, Manteigas, Mêda, Penamacor, Pinhel, Sabugal e Seia), como podemos ver na imagem ao lado.

A altitude, que atinge os 1993 metros na Torre, a posição geográfica e os efeitos das glaciações convertem a Serra da Estrela num espaço singular em termos paisagísticos, biológicos e geológicos. É possível observar vales glaciários, com a sua característica forma em U, lagoas e charcos temporários de origem glaciária, moreias, campos de blocos erráticos e afloramentos graníticos imponentes, dos quais se destacam os Cântaros.

A altitude ortométrica correta da Serra da Estrela, neste ponto e arredondada ao metro, encontra-se com o valor de 1993 metros conforme retificações introduzidas por medições realizadas pelo Instituto Geográfico do Exército, assim, para completar os 2000 m foi construída uma Torre de 7 m.

Em todo o seu Planalto Superior é possível admirar múltiplos aspetos da flora e vegetação do tipo subalpino, o que atribui a esta parte da Estrela características árticas que sobressaem da envolvente meridional, que constitui a quase totalidade do território continental, tais como extensos afloramentos de granitos, com idade entre 340 a 280 milhões de anos, intercalados com rochas metamórficas, como os xistos e os grauvaques, de idade entre 650 a 500 milhões de anos. Estas formações geológicas, dominantes, são atravessadas por numerosos filões de quartzo, de pegmatitos graníticos e de doleritos.(Mais informação em Locais de Interesse)

A Serra da Estrela situa-se na transição entre as regiões amenas e húmidas do domínio temperado oceânico, a norte, e as regiões quentes e de verões secos, de influência mediterrânica, a sul. A sua altitude elevada face aos terrenos circundantes, a organização geral do relevo e a relativa proximidade ao oceano Atlântico, a cerca de 100 quilómetros de distância, desempenham um papel determinante no complexo mosaico de climas locais que caracteriza a região.

A queda de neve é mais frequente entre dezembro e março. Além da neve, da fauna e flora extraordinárias, o viajante é também atraído pela orografia de proporções colossais bem como pela riqueza humana, cultural, histórica e gastronómica desta região.

A importância desta área faz com que seja uma Reserva Biogenética. Com valores naturais relevantes, incluindo algumas espécies de flora únicas no país, (Urze, Giesta, Junco, Cardo e Feto), e igualmente nos animais destacando-se o Lobo Ibérico, o Lince Ibérico, o Javali, a Lontra, a Raposa, o Texugo, a Perdiz Vermelha, a Lagartixa-de-Montanha, a Geneta, o Coelho-Bravo-Europeu, o Chasco-Cinzento, o Chasco-Ruivo, a Gralha-de-Bico-Vermelho, o Guarda-Rios-Comum entre outros.

O Queijo da Serra da Estrela, considerado o imperador dos queijos portugueses, é produzido nesta região, que também possui uma raça de cães de guarda, o Cão da Serra da Estrela que se enquadra no tipo molosso tal como o seu parente São-Bernardo. Ambos se encontram ligados ao tradicional pastoreio da ovelha bordalesa da Serra da Estrela. Trata-se de um pastoreio de características ancestrais e milenares, onde práticas como a transumância e a renovação de pastagens pelo fogo são comuns.


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Locais de Interesse


Percurso / Itinerário / Roteiro


Porta aberta à Serra da Estrela e à sua grandeza natural. Às suas delícias, às emoções da neve e à pureza das paisagens que nos fazem sonhar.

Em tempo de férias, venha ver os encantos do nosso mundo rural, onde brilha o chão verde dos socalcos, as águas límpidas da Serra da Estrela e o sorriso das gentes que fizeram dos velhos vales glaciares novas terras de pão.

Deixando Seia pela EN 231, volte à esquerda em S. Romão, para ver o Rochedo Ciclópico da Cabeça da Velha, a cerca de 250 metros da Senhora do Desterro, um local onde existem oito capelas e se realizam as festas de S. Pedro e da Padroeira.

Mais abaixo passa o Rio Alva e, logo a seguir à ponte, parte um caminho que conduz ao Castro de S. Romão e às Grutas Proto-Históricas do Buraco da Moura. Continuando, encontra Lapa dos Dinheiros, conhecida pelas suas paisagens e trilhos de uma beldade extrema, onde encontra o famoso Corno do Diabo.

De volta a S. Romão, terra onde há diversas queijarias certificadas e veja os típicos coletes e as casacas de pastor bem como produtos típicos da região.

A acompanhar o Rio Alva desça até à Vila Cova à Coelheira e daí suba à EN 17, para no cruzamento de Catraia, descer ao espantoso anfiteatro de socalcos de Sandomil e as suas famosas Pontes Romanas, de novo à beira do Alva.

Para Valezim o caminho é sinuoso, cruza pinhais e castiçais, é panorâmico e passa por Corgas, S. Cosme, Tapadas e Sazes da Beira.

As terras de Valezim, sussurrantes de riachos e de rebanhos, mostram férteis leiras de milho à volta do casario, do antigo Pelourinho e da Igreja românica de S. Pedro.

Pela EN 231 passa-se ao Miradouro do Carvalhal e, em frente à mata dos Viveiros Florestais, volte à direita para Cabeça. A paisagem do magnífico Vale de Xisto de Loriga é grandiosa, juntamente com a sua notável Praia Fluvial – "Praia de Ouro" e "Bandeira Azul" -. Erga o olhar e veja, a fechar o vale, à esquerda os dois fraguedos graníticos da Penha dos Abutres e do Gato, separados pela ribeira de Loriga que escorre desde o Covão do Meio, a 1800 metros de altitude. Em frente, a crista xistosa que esconde o Vale do Alvoco, repondo o contraste entre duas rochas e dois mundos.

No meio o Homem e a sua epopeia de guardar a terra fértil, ao longo de milhões de socalcos deste vale encantado. Cabeça, Casal de Rei e Muro, são aldeias de xisto empoleiradas a ver passar as águas da Serra que aqui cruzam Pontes Medievais, e outros pontos históricos e cultura.

Em Vide juntam-se alguns caminhos e as águas oxigenadas, frescas e ricas em trutas das ribeiras de Loriga de Piódão e de Alvoco. Continuando pela EN 230 surge Teixeira inclinada perante as belezas do seu vale. A caminho de Alvoco, continue de mão dada com lindos panoramas, recantos com socalcos e as pequenas aldeias de xisto de Vasco Esteves.

Adiante é o impressionante Vale de Alvoco, com a ribeira a subir até à catedral cinzenta e branca da Torre, passando pela aldeia do Sabugueiro (a mais alta de Portugal), por entre um imenso balcão de socalcos, pinhais e soutos de castanheiros, onde habita variadíssimos animais únicos da região. Em Alvoco há um troço de Calçada Romana junto à rua principal, há o suave balir dos rebanhos, há o roçar dos teares seculares e levadas de água que proporcionam passeios a pé ímpares.

Regressando a Seia, pela EN 231, atravesse a cidade e a solarenga e nobre aldeia de Santa Marinha, a caminho das terras chãs de Santa Comba e Pinhanços para provar nas Quintas da Bica e de Sães alguns dos melhores vinhos do Dão, sub-região da Serra da Estrela.

Em Seia, disfrutará de uma belíssima cidade com um vasto leque de personalidades culturais, tais como o Museu do Pão - único e sublime -, Museu do Brinquedo, Museu Natural de Eletricidade, gastronomias desejáveis e apetecidas por todos os seus visitantes – Queijo genuíno, enchidos regionais e Vinhos de renome -.

Além dos programas histórico-culturais que se podem realizar um pouco por toda esta área, pode ainda visitar os concelhos de Gouveia, Manteigas, Guarda, Celorico da Beira, Fornos de Algodres e Oliveira do Hospital, onde existem outras alternativas igualmente interessantes para desfrutar da zona. Por exemplo, os amantes do desporto têm à sua disposição uma vasta lista de atividades que podem praticar, tais como, ski, Snowboard e Trenós, disponíveis no SKIPARQUE, passeios pedestres pela Serra, passeios de Todo-o-Terreno ou de BTT, no Parque Senhora dos Verdes, e ainda Parapente e Escalda, não esquecendo o famoso Kartódromo Serra da Estrela.

Para além destas localizações mais conhecidas é conveniente destacar / acrescentar estes pontos de visita: ×
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Registo Nacional de Turismo:

Torre do Selo - Casa da Avó Alice - 8204 - Casa de Campo
Casa do Povo - 4325 - Casa de Campo
Casa da Canada - 4324 - Casa de Campo